sábado, 26 de dezembro de 2009

St. Christopher's Paris Hostel

Por enquanto a impressão que eu tenho do hotel é muito boa. Muito boa mesmo!!! O prédio é grande, lá na recepção o ambiente é muito legal e o quarto é show! Nunca tinha visto um albergue com essa estrutura.
Não tenho fotos lá de baixo porque hoje não fui interagir (acho que to ficando velho).O quarto tem quatro beliches. Em cada cama tem tomadas, uma luz individual e uma cortina. Além disso, tem uma mesinha e uma pia, e uma caixa gigante de metal pra cada um guardar suas coisas e trancar com seu cadeado. O banheiro é bem limpo.
O problema é que essas caixas de metal são muito barulhentas. Eu não me incomodo, mas os de sono leve não vão gostar.

Cão de guarda é coisa do passado!

Essa loja fica na vilazinha de Roissy.

HDR

Resolvi brincar de HDR. Como não vim preparado, peguei uma versão demo do photomatix (e por isso as imagens saíram com marca d'água) e usei as configurações default. Em casa eu refaço, com mais cuidado e sem as marcas. As duas primeiras imagens são de Roissy. A terceira ficou péssima, mas como estou iniciando nesse ofício, resolvi colocar assim mesmo. Não usei o tripé. Amanhã eu levo e tento fazer melhor.


Relatório do dia - 26/12/2009

Depois de um RER e um metrô, vim parar no St Christopher's. Deixei as coisas no quarto e fui pra rua.
Visitei a pirâmide do Louvre e de lá saí andando. Passei pelo Jardin des Tuileries e na Place de la Concorde resolvi dar uma voltinha na Roue de Paris, uma roda-gigante que imita a London Eye, segundo as minhas pesquisas, foi instalada ali na virada do milenio, e depois virou uma atração itinerante, voltando pra lá perto do natal. A entrada custa 10 Euros. De lá a vista é, obviamente, maravilhosa.
Depois que desci fui andando pela avenida até o Arco do Triunfo, de onde, cansado por ter acordado cedo, voltei pro albergue. Subi pra atualizar o blog e daqui a pouco vou dormir.


Le Louvre

Arc de Triomphe du Carrousel

Do chão

Da roda-gigante

Utilizade pública

Acho que todo mundo que vem a Paris pela primeira vez perde um RER ou metrô por causa disso, mas ninguém avisa aos outros:
No RER e no metrô, quando o trem para na estação as portas não abrem automaticamente. É preciso apertar o botão que fica no meio da porta (nos mais antigos, como na foto, é uma alavanca). Quem ainda não sabe disso fica esperando abrir atéééé... o trem partir.


Uma outra coisa: quando levar um coelho (ou lebre, sei lá!), nunca permita que ele coloque a pata na porta. Pode ser perigoso.

A santa igreja

Irmãos...

Para os que duvidam da minha fé e da minha religiosidade, quero dizer que eu fiz essa viagem só pra assistir à missa de Natal na Catedral de Notre-Dame. Seguem duas imagens feitas na ocasião. Uma mostra a multidão que lotava a igreja, e a outra mostra mais de perto o sagrado ritual do tchan.

Relatório do dia 25/12/2009

Na quinta-feira o vôo, que deveria decolar do Rio 23:50 rumo a Paris, decolou com um pequeno atraso de São Paulo rumo ao Rio mais ou menos 00:10. Pelo menos vimos os fogos em SP.
A viagem foi muito tranquila. Apesar de Rio-Paris (de A330) ser uma rota com um histórico recente meio desfavorável, não passamos por qualquer turbulência. Tudo tranquilo na imigração, fomos para o hotel, tomamos um banho e fomos pra rua.
A van do hotel nos deixou Parque de Exposições, onde pegamos o RER para a cidade. Fomos até a estação Saint-Michel Notre-Dame, para visitar a Catedral, que tinha uma árvore de natal na porta. Tiramos algumas fotos lá e quando estávamos saindo encontramos uma comissária com sua irmã, que nos fizeram companhia durante todo o passeio. Entramos na igreja (tava rolando missa de natal). e depois fomos fazer uma boquinha num restaurante típico: o Subway (típico de quem quer gastar pouco).
De lá seguimos até a estação Invalides e fomos andando até a torre pela margem do rio, passando pela Ponte Alexandre III. Muitas fotos na Torre, com seu show típico da hora cheia, e seguimos de metrô até o Arco do Triunfo, para ver a Av. Champs-Élysées toda enfeitada (e lotada, principalmente de japoneses).
Como já esava quase na hora da Cinderela e a carruagem já ia virar abóbora (quase isso mesmo: tínhamos que ir até o aeroporto CDG pra pegar o onibus do hotel lá. O último seria à meia-noite), fomos embora. O metrô até a Gare du Nord até que foi rápido, mas o RER pro aeroporto, que estava marcado pra 23:30, só passou aos 57. Resultado: f***u.
Chegando no CDG, estávamos implorando aos taxistas que nos levassem (como é muito perto, eles não levam), quando apareceu o onibus do hotel. Alegria geral.
Fotos:


Gizmo no RER

As sete caronas do voo

Perdi a paciencia e fui perguntar se faltava muito tempo pra chegar.


:)

A ponte Alexandre III e o Petit Palais


Notre-Dame

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Fim de semana em NY

Na semana passada fomos a NY olhar de perto a black friday. Saímos daqui na quinta à noite, e chegamos lá na sexta-feira cedinho. Trocamos de roupa e fomos direto pra guerra às compras. É impressionante como os estacionamentos das lojas estavam LOTADOS das 5 da manhã até as 11 da noite. Era difícil até andar pelo estacionamento. Dentro das lojas, então, nem se fala. Desistimos do Best Buy por causa da fila do caixa.

Almoçamos no Ruby Tuesday (apesar de ser sexta-feira. RÁ!), e depois compramos mais um pouquinho. Não deu pra ir a Manhattan nesse primeiro dia. O dia estava horrível, mas confesso que esperava um frio maior.

No segundo dia acordamos cedinho e fomos pra cidade. Chegamos na Penn Station e fomos andando até a Grand Central Station. De lá fomos de metrô até o sul da ilha. Lá visitamos rapidamente o Charging Bull, onde conseguimos algumas fotos entre os milhares de japoneses que estavam lá. Em seguida fomos até a fila para o ferry que nos levaria até a estátua da liberdade. Entre fila, travessia e passeio, torramos umas 5 horas do dia. E, apesar do dia lindo e sem nuvens (o contrário do dia anterior), tava um frrrrrrrio do cacete!

Saímos de lá e fomos almojantar no Bubba Gump da Times Square (o Bubba é nossa parada quase obrigatória nos EUA). Depois de um farto almoço, seguimos para o Museu de História Natural. Chegamos lá faltando pouco mais de uma hora e meia antes do horário de fechar. O valor sugerido da entrada é de USD 16 por pessoa, mas como somos muquiranas e chegamos tarde, pagamos USD 10 pelos dois (É igual a Casas Bahia, cada um diz quanto quer pagar). Demos uma voltinha e depois fomos direto visitar os dinossauros.

Quando saímos de lá, já estava na hora de voltar pro hotel e arrumar as malas. Foi um fim de semana divertido.





Grand Central Station

Parece bem menor que o Cristo Redentor, mas é maior


Charging Bull (e uma neuza ao lado)

Eu também visitei tio Roy

Pense numa árvore grande!!

YATTA!!

Dinossauros do rock

Vejam esse parente do T-Rex:




"o sapo leva a vida numa boa coachando na lagoa pois sabe que..."

Gordinho


Se o gordinho fosse uma ave...



Se o gordinho fosse magro...


(chuckle)

Saída pela esquerda...


kai-pur-een-ya

No Bubba Gump agora tem um drink novo, com direito a aula de pronúncia. :)

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Valparaiso

Ontem fomos a Valparaiso, conhecer a terceira casa de Neruda. É a mais fraquinha de todas, até porque não foi construida por ele. Além disso, desta vez achei a cidade ainda mais feia!
De lá fomos até Viña del Mar. Almoçamos por lá e voltamos pra Santiago.


quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Santiago - terceiro dia

Hoje fomos até Isla Negra - mais uma casa-museu de Neruda. Para chegar lá, basta ir de metrô até a estação Universidad de Santiago (L1), subir até o terminal Alameda e comprar a passagem pra Algarrobo (basta falar que quer a passagem pra Isla Negra e eles vendem Algarrobo). Uma coisa interessante: no Brasil, o nome da linha de ônibus geralmente é o destino final. Aqui Algarrobo é a primeira parada da linha. Depois o ônibus segue, e é só esperar pelo anúncio de "Isla Negra". A casa fica ali pertinho.

Bom... chegamos lá mais ou menos 01:30, mas só havia vaga pra visita das 04:00. Fomos almoçar, e na volta conseguimos uma vaga pra mais cedo. Visitamos a casa e voltamos a Santiago. Fomos direto pro Shopping Parque Arauco, que, pra quem gosta de shopping, é muito bom. Na saída, passamos no hipermercado ao lado e aproveitei pra comprar uns vinhos (vinho chileno aqui é vendido a preço de vinho nacional!!!).

A vista da casa

Isla Negra

:)

A casinha

Ali estão Pablo y Matilde

Mais uma florzinha

Dona Celeste, moderninha, no Starbucks :)

Flores e cães

Aqui há muitas flores (e sempre há vários tipos e cores no mesmo lugar, formando um conjunto muito bonito). E também muitos cães pela rua. O interessante é que, mesmo sujinhos, são bem tratados, pois ainda não vi um magrinho.
As flores são do altar da santa lá do Cerro San Cristobal, como se pode ver na primeira foto. Os cães estavam na frente do La Moneda.